Arquitetura de Computadores 01 - FUNORTE
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Quem Somos
Curso: Engenharia Biomédica - FUNORTE Período: 3º
Disciplina: Arquitetura de Computadores 01
Professor: Márcio Custódio
Semestre: 2º/2013
Equipe: Kamila Lopes, Ravena Amaral e Tatiane Marques
Objetivos do blog: O blog vem como um aliado para aqueles que assim como a equipe desejam crescer, compartilhar e expandir seus conhecimentos.
Contato: engbiomedicafunorte@gmail.com
4. Cooler
Cooler
Dissipador de calor é o nome dado a um objeto de metal sendo geralmente feito de cobre ou alumínio, que pelo fenómeno da condução térmica e uma maior área por onde um fluxo térmico pode se difundir, maximiza o nível de dissipação térmica de qualquer superfície que gere calor. Sendo assim, dissipadores de calor têm o objetivo de garantir a integridade de equipamentos que podem se danificar com o calor gerado por seu funcionamento.
Serve para pegar o ar e joga-lo em cima do dissipador, que por sua vez resfria o ar e por fim, o processador. Uma parte importante desse conjunto é a pasta térmica que tem a função de manter a temperatura do processador estabilizada. No final de contas, é ela quem é a resfriada.
Tipos de cooler
Assim como os componentes dos computadores evoluem, a evolução dos coolers é necessária para acompanhar o aumento da temperatura interna das máquinas. Há basicamente três tipos de coolers, um para cada necessidade.
-Water Cooler
-Air Cooler
-Cooler Heatpipe
Dissipador de calor é o nome dado a um objeto de metal sendo geralmente feito de cobre ou alumínio, que pelo fenómeno da condução térmica e uma maior área por onde um fluxo térmico pode se difundir, maximiza o nível de dissipação térmica de qualquer superfície que gere calor. Sendo assim, dissipadores de calor têm o objetivo de garantir a integridade de equipamentos que podem se danificar com o calor gerado por seu funcionamento.
Serve para pegar o ar e joga-lo em cima do dissipador, que por sua vez resfria o ar e por fim, o processador. Uma parte importante desse conjunto é a pasta térmica que tem a função de manter a temperatura do processador estabilizada. No final de contas, é ela quem é a resfriada.
Tipos de cooler
Assim como os componentes dos computadores evoluem, a evolução dos coolers é necessária para acompanhar o aumento da temperatura interna das máquinas. Há basicamente três tipos de coolers, um para cada necessidade.
-Water Cooler
-Air Cooler
-Cooler Heatpipe
3. 1 Ciclo de instrução
O passo a passo para que a instrução seja executada
A UCP busca o código de operação (Opcode) na memória principal, o qual está localizado no endereço contido no CI e armazena-o no RI.
A UC lê o conteúdo do CI e coloca o endereço no REM. A UC envia um sinal - via barramento de controle - à controladora da memória principal para que realize uma operação de leitura. A memória principal lê o endereço que está no REM - via barramento de endereço - e busca o conteúdo da célula referenciada. A memória principal coloca no RDM - via barramento de dados - o conteúdo da célula. A controladora da memória principal envia à UC - via barramento de controle - o sinal de leitura concluída. A UC transfere o código de operação (conteúdo que está no RDM) ao RI. O decodificador de instruções decodifica (interpreta) o Opcode contido no RI. O RI envia para o decodificador os bits correspondentes ao Opcode. O decodificado determina quantas células à instrução ocupa e identifica a operação a ser realizada. A UC envia m sinal de controle à ULA informando a operação a ser realizada e incrementa o CI para apontar para a próxima instrução. A UC busca (se houver) o(s) dado(s). A UC envia um sinal - via barramento de controle - à controladora da memória principal para que realize uma operação de leitura. A memória principal lê o endereço que está no REM - via barramento de endereços - e busca o conteúdo da célula referenciada. A memória coloca no RDM - via barramento de dados - o conteúdo da célula lida. A memória principal envia à UC - via barramento de controle - um sinal de leitura concluída. A UC transfere o operando (conteúdo do RDM) ao RI (se for um código de operação) ou a um dos registradores internos da UCP. Esta fase se repete até que sejam trazidos para dentro da UCP todos os operandos necessários à execução da instrução.
A UC comanda a execução da instrução (a operação é executada sobre o(s) dada(s)). A ULA executa a instrução sobre os dados disponíveis nos registradores. Ao concluir a operação, a ULA envia um sinal para a UC informando que a execução terminou. A UC identifica o endereço de memória para onde deve ser enviado o resultado da operação e o armazena no REM. A UC autoriza o envio do resultado da operação para o RDM. A UC autoriza a controladora de memória a realizar uma operação de leitura no REM para obter o endereço de memória onde deverá ser escrito o resultado e uma leitura no RDM para obter o resultado a ser escrito na memória. Se o programa tiver terminado, para, senão, volta tudo de novo.
3. Subsistema de processamento
A UCP (Unidade Central de Processamento) é responsável pelo processamento e execução de programas armazenados na memória principal, buscando suas instruções, examinando-as e então, executando uma após a outra.
A UCP pode ser divida em duas categorias funcionais: Unidade Funcional de Controle e Unidade Funcional de Processamento.
A Unidade Funcional de Processamento é composta por: Registradores, ACC, ULA. A Unidade Funcional de Controle é composta por: RDM, REM, CI, RI, Decodificador de instruções, UC, Clock (relógio).
Unidade Lógica e aritmética (ULA)
Como o próprio nome indica, essa unidade assume todas as tarefas relacionadas às operações lógicas (ou, e, negação, etc.) e aritméticas (adições, subtrações, etc...) a serem realizadas no contexto de uma tarefa.
A função efetiva deste dispositivo é a execução das instruções dos programas que se encontram armazenadas na memória. Ao chegarem à UCP, essas instruções são interpretadas e traduzidas em operações que será executada pela ULA.
Registrador de dados de memória (RDM) e de endereços de memória (REM)
O RDM também chamando de MBR (Memory Buffer Register), é um registrador que armazena temporariamente dados (conteúdo de uma ou mais células) que estão sendo transferidos da memória principal para a UCP (em uma operação de leitura) ou da UCP para a memória principal (em uma operação de escrita).
O REM também chamado de MAR (Memory Address Register), é um registrador que armazena temporariamente o endereço de acesso a uma posição de memória, necessário ao se iniciar uma operação de leitura ou de escrita.
Contador de instruções (CI)
Este registrador é também chamado de Programa Counter (PC) ou contador de programa.
Esse contador aponta para a próxima instrução a ser buscada da memória a ser executada pelo processador. O sistema automaticamente efetiva a modificação do conteúdo do CI de modo que ele passe a armazenar o endereço da próxima instrução na sequência.
Registrador de instruções (RI).
Esse registrador tem a função de armazenar a instrução que será executada pela UCP. O RI está ligado diretamente ao decodificador de instruções o qual irá interpretar a instrução e avisar á Unidade de Controle (UC).
Decodificador de instruções
A função do decodificador é identificar que operação será realizada, correlacionada à instrução cujo código de operação foi decodificado. Assim o RI irá passar ao decodificador uma sequência de bits representando uma instrução a ser executada.
Relógio (clock)
Este dispositivo é definido como um gerador de pulsos, cuja sua duração é chamada de ciclo, e a quantidade de vezes que esse pulso básico se repete em um segundo define a unidade de medida do relógio, denominados frequência, a qual também é usada para definir a velocidade na CPU.
2.4 Subsistema de memória
Memória secundária
Além da memória principal, que é diretamente acessada pela CPU, existe
também a memória secundária (também chamada de memória de massa). Este tipo de memória não é acessado diretamente pela CPU. Seu acesso é feito através de interfaces ou controladoras especiais. A memória secundária é uma memória do tipo permanente (não se apaga quando o computador está desligado), que tem uma alta capacidade de armazenamento, e um custo muito mais baixo que o da memória principal.
A memória secundária não é formada por chips, e sim, por dispositivos que utilizam outras tecnologias de armazenamento. Alguns exemplos de memória secundária: o disco rígido, disquetes, CD-ROM e fita magnética. O disco rígido, assim como os disquetes e as unidades de fita, usa a tecnologia magnética para armazenar dados. Os discos CD-ROM usam tecnologia ótica.
Além da memória principal, que é diretamente acessada pela CPU, existe
também a memória secundária (também chamada de memória de massa). Este tipo de memória não é acessado diretamente pela CPU. Seu acesso é feito através de interfaces ou controladoras especiais. A memória secundária é uma memória do tipo permanente (não se apaga quando o computador está desligado), que tem uma alta capacidade de armazenamento, e um custo muito mais baixo que o da memória principal.
A memória secundária não é formada por chips, e sim, por dispositivos que utilizam outras tecnologias de armazenamento. Alguns exemplos de memória secundária: o disco rígido, disquetes, CD-ROM e fita magnética. O disco rígido, assim como os disquetes e as unidades de fita, usa a tecnologia magnética para armazenar dados. Os discos CD-ROM usam tecnologia ótica.
2.3 Subsistema de memória
Memória ROM
Assim como a memória RAM ela também é considerada uma memória principal, mas apresenta algumas diferenças. Uma vez que o processador nada realiza sem as instruções, é óbvia que ele deve ter acesso a certa quantidade de memória não volátil, isto é, a um local onde estejam permanentemente armazenadas instruções que automaticamente iniciam a operação e a inicialização do sistema, tão logo a alimentação elétrica seja ligada. Além de não perder seus dados no caso de falta de energia, esta memória não deve sofrer alteração por parte dos usuários ou dos próprios programas sendo então uma Memória de Apenas Leitura (Read Only memory – ROM). A memória ROM vem gravada de fábrica (“Mask Programmed” – programada pela máscara) e não pode ser alterada, pois já é fabricada com o programa.
As memórias ROM são aplicadas em um computador para armazenar três programas principais: BIOS( Basic Input Output System) ou sistema básico de entrada e saída que ensina o processor da máquina a operar com os dispositivos básicos de entrada e saída; POST ( Power on Self Test) autoteste- programa de verificação e teste que se executa após a ligação do computador, realizando diversas ações sobre o hardware; SETUP programa que altera parâmetros armazenados na memória de configuração.
Assim como a memória RAM ela também é considerada uma memória principal, mas apresenta algumas diferenças. Uma vez que o processador nada realiza sem as instruções, é óbvia que ele deve ter acesso a certa quantidade de memória não volátil, isto é, a um local onde estejam permanentemente armazenadas instruções que automaticamente iniciam a operação e a inicialização do sistema, tão logo a alimentação elétrica seja ligada. Além de não perder seus dados no caso de falta de energia, esta memória não deve sofrer alteração por parte dos usuários ou dos próprios programas sendo então uma Memória de Apenas Leitura (Read Only memory – ROM). A memória ROM vem gravada de fábrica (“Mask Programmed” – programada pela máscara) e não pode ser alterada, pois já é fabricada com o programa.
As memórias ROM são aplicadas em um computador para armazenar três programas principais: BIOS( Basic Input Output System) ou sistema básico de entrada e saída que ensina o processor da máquina a operar com os dispositivos básicos de entrada e saída; POST ( Power on Self Test) autoteste- programa de verificação e teste que se executa após a ligação do computador, realizando diversas ações sobre o hardware; SETUP programa que altera parâmetros armazenados na memória de configuração.
2.2 Subsistema de memória
Memória Cache
A memória CACHE está sempre repleta de dados ou instruções, visando otimizar o relacionamento entre a UCP e a Memória Principal. Uma vez que ela é muito menor do que a memória principal. Sua função principal é acelerar a velocidade de transferência das informações entre processador e memória principal, e com isso, aumentar os desempenhados sistemas de computação. Essas memórias são do tipo volátil assim como a memória RAM. Quando o processador solicita um determinado dado e o encontra na cache, não há necessidade de requisitá-lo à memória principal. Sempre que a UCP vai buscar uma nova instrução, ela acessa a memória CACHE.
Se a instrução ou dado estiver na CACHE (ACERTO ou HIT), ela é transferida em alta velocidade para a UCP. Se a instrução ou dado não estiver na CACHE (FALTA ou MISS), então o sistema está programado para interromper a execução do programa e transferir a instrução desejada da memória principal para a UCP.
Os processadores trabalham com dois tipos de caches: cache L1 (level 1 ou nível 1) e cache L2 (level 2 ou nível 2). A L1 era encontrada na parte interna do processador e a L2 era externa a ele.
A memória CACHE está sempre repleta de dados ou instruções, visando otimizar o relacionamento entre a UCP e a Memória Principal. Uma vez que ela é muito menor do que a memória principal. Sua função principal é acelerar a velocidade de transferência das informações entre processador e memória principal, e com isso, aumentar os desempenhados sistemas de computação. Essas memórias são do tipo volátil assim como a memória RAM. Quando o processador solicita um determinado dado e o encontra na cache, não há necessidade de requisitá-lo à memória principal. Sempre que a UCP vai buscar uma nova instrução, ela acessa a memória CACHE.
Se a instrução ou dado estiver na CACHE (ACERTO ou HIT), ela é transferida em alta velocidade para a UCP. Se a instrução ou dado não estiver na CACHE (FALTA ou MISS), então o sistema está programado para interromper a execução do programa e transferir a instrução desejada da memória principal para a UCP.
Os processadores trabalham com dois tipos de caches: cache L1 (level 1 ou nível 1) e cache L2 (level 2 ou nível 2). A L1 era encontrada na parte interna do processador e a L2 era externa a ele.
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